"...O grupo apresentou-se com uma notável solidez rítmica e uma dicção primorosa..." Fränkische Nachrichten (23.09.1991)


Dossier de Imprensa
"...decorreram dez recitais em que intervieram os laureados dos Concursos (da Juventude Musical Portuguesa) 95. Apresentaram-se o Grupo Vocal Olisipo (...). Os laureados estiveram bem à altura das responsabilidades, provando uma vez mais que, de facto, podem chegar longe nas suas carreiras..." Arte Musical (10.1995)



"...estas vozes e suas construções polifónicas erguem a língua a uma zona "celeste" de pura beleza formal e estética... Para que o legado musical musical daquele período não fique apenas reservado para as vozes dos melhores grupos corais (...) como os Tallis Scholars, Pro Cantione Antiqua ou o Ensemble Huelgas, eis que o Grupo Vocal Olisipo (...) se revela neste trabalho capaz de ombrear com as melhores formações polifónicas..." O Independente (01.09.1995)


"...Estêvão de Brito (...) teve o seu percurso profissional em Espanha. Oiça agora (este disco). Não caia na asneira de deixar esse privilégio apenas a nuestros hermanos" Voxpop (09.1995)



"...A Sé (...) encheu e quem lá foi não deu por nada mal empregue o seu tempo, pelo menos a avaliar pelo entusiasmo com que todos aplaudiram de pé no fim..." Efectivamente (05.1995)



"...(Participaram) nos conceituados cursos de música de Schleswig-Holstein, em Lübeck.(...) Único participante português, o Grupo Vocal Olisipo destacou-se nestes cursos..." Correio da Manhã (18.08.1995)




 "...O Grupo Vocal Olisipo encantou o público presente com melodias harmoniosas" Barata (01.1995)



"...O concerto dos dez ensembles vocais que trabalharam (...) com os King's Singers (...) foi uma estrondosa festa do canto. Eles vieram de vários países, (...) tal como o Grupo Vocal Olisipo de Lisboa, Portugal. (...) O nível dos ensembles foi este ano muito mais que simplesmente impressionante..."  LN-Zeitung (03.08.1994)



"...O Grupo Vocal Olisipo interpretou peças dos secs. XVI e XVII de índice de dificuldade elevada, com um desempenho que mereceu dos presentes, justos encómios..."Sporting (08.12.1993)




"...O ensemble vocal português demonstrou uma grande firmeza rítmica e uma declamação muito expressiva, sendo de destacar a sua participação em língua alemã..." Rhein-Neckar-Zeitung (23.09.1991)


"...Vale a pena ouvir e apreciar a grande qualidade da música (...) pelas belas vozes do Grupo Vocal Olisipo" Informação Serpa (04.1996)



"...interpretação regular, correcta no estilo (...) o disco vale (...) pela divulgação em Portugal e por portugueses, da obra de uma grande personalidade da nossa música ..." Expresso (07.10.1995)



"...atopará nesta gravación un auténtico tesoro, verbo da calcula distribución vocal na interpretación." A nossa terra - Galiza (17.04.1996)



"Cantares de Reis...
Vai ser um "real" privilégio ouvir cantar a capella (obras) da autoria de Estêvão Lopes Morago para escutar no templo da Graça e no novo CD deste grupo, cujas vozes fazem maravilhas" Diário de Notícias (05.01.1996)



“...un choeur d’une grande qualité et grande pureté, aux voix fondues. Un choeur à découvrir absolument.” Chant Choral Magazine (10.1997)



“(...) O vasto repertório destes executantes foi entusiásticamente aplaudido por todos os presentes.” Pórtico (25.07.1997)



“...no concerto com o Grupo Vocal Olisipo...foram apresentados temas de música a capella com uma notoriedade assinalável. (...) O repertório apresentado baseava-se em trechos dos secs. XVI e XVII, ...estes temas foram apresentados com excelentes interpretações, de uma calma nostálgica.” Região de Cister (23.07.1997)



“ Victorious Grupo Vocal Olisipo (...) sung Monteverdi’s Lamento d’Arianna. The group performed it with exceptional insight and giving expression to the text.” Helsingin Sanomat (14.06.1997)



“ A qualidade deste conjunto, no apuro e beleza das vozes, na musicalidade, na adequação estilística, coloca-o num plano superlativo. (...) Para além de um inestimável serviço à cultura musical, o Grupo Vocal Olisipo credita-se de uma interpretação a todos os títulos sedutora, que faz imprescindível ouvi-lo e reservar-lhe na discoteca um local de especial (e grata) afeição.” Diário de Notícias (31.03.1997)



“(De) l'interpretacion de l'ensemble vocal Olisipo (...) se dégage une ferveur indéniable. L'atmosphère intime, qui colle au grain de chaque voix et prend l'allure d'une cérémonie familière est très réussie, de même que l'enoncé du plain-chant (...). Les motets, d'un style plus animé, sont également bienvenus.” Le Monde de la Musique (07.1996) 



“ O G.V.O. tem tudo o necessário para visar com credibilidade um futuro brilhante: afinação, homogeneidade tímbrica, personalidade e, sobretudo, uma transparente frescura na maneira de cantar. (...) Resumindo: uma edição prestigiante no catálogo nacional da área clássica” A Capital (28.02.1997)


“Chamada de atenção para um belíssimo disco de música portuguesa (...) Desta feita o Grupo Vocal Olisipo, fundado em 1998, sob a direcção de Armando Possante, afirma-se da melhor forma no quadro de uma discografia altamente competitiva. Correcção e elegância estilística, homogeneidade sonora e de articulação, a par de uma textura transparente e luminosa estão entre as qualidades interpretativas. Ainda fraseado muito bem "respirado", perfazendo longos arcos que se encadeiam numa longa estrutura de grande consistência e entranhada espiritualidade. Assume particular relevância a divulgação dos Responsórios de Francisco Martins, música de uma beleza extraordinária a que os Olisipo parecem particularmente sensíveis, pois é aqui que atingem alguns dos seus melhores momentos (p.ex. Vinea mea electa). No estado de maturidade em que se encontra espera-se que o agrupamento Olisipo encontre um horizonte generoso para o alargamento, que se deseja urgente, da sua discografia.”  
Vanda de Sá – Público (Julho 2005)



“A percepção de conjunto, o entendimento das muitas linhas que nele se desenvolvem e se combinam, está sempre presente, (...) como as que surgem agora (no disco) Magnificat em Talha Dourada, pelo Grupo Vocal Olisipo. Os intérpretes confirmam-lhe a beleza: a soprano Angélica Neto, o Grupo Vocal Olisipo, o violinista Tiago Neto, o flautista António Carrilho e a cravista Jenny Silvestre. A gravação foi feita no Festival dos Capuchos de 2000 e os quase cinco minutos de aplausos que se ouvem no final são merecidos.”  
Maria Augusta  Gonçalves - Jornal de Letras (Fevereiro 2006)



"O GVO, dirigido por Armando Possante, é sem dúvida o melhor agrupamento vocal de câmara em Portugal, e, sob vários critérios, um dos mais sólidos intérpretes de música renascentista e contemporânea para vozes solistas do espaço europeu, como aliás é comprovado pelos vário prémios recebidos no estrangeiro desde a sua fundação em 1988. O raro profissionalismo e a continuidade da sua dedicação à música teriam, fosse outro o contexto, o correspondente reflexo na discografia; infelizmente, a exiguidade do mercado, a tibieza da iniciativa privada e a fragilidade dos programas culturais do Estado no domínio da música fazem com que a produção de um disco seu seja uma sofrida aventura,  interpretação é ideal na sua limpeza e equilíbrio; os encontros harmónicos caracterizam-se, salvo raríssimas excepções, por uma fusão perfeita, e (...) isso não afecta minimamente a fruição da música. A qualidade das peças e dos intérpretes faz-nos esquecer a minutagem algo curta." 
Manuel Pedro Ferreira – Público (4.06.2005)



“O milagre das Caldas (...) Quando as vozes do grupo Olisipo ecoaram do alto, foi o êxtase; a música volteou e resplandeceu na pedra...O grupo Olisipo tem uma qualidade e um currículo que merecem urgentemente outro grau de protagonismo na vida musical portuguesa. Pela perfeição com que cantaram, dir-se-ia estarmos perante algum consagrado agrupamento inglês, pela pureza absoluta da afinação, pela fluidez, homogeneidade e inteligência. “ Alexandre Delgado - “Público” (14.04.1999)



“A voz como forma de arte (...) As vozes dos seis elementos do grupo transformaram todo o concerto em momentos de verdadeira magia, de uma beleza rara pela sua extrema simplicidade. Com uma segurança e entrosamento notáveis, os Olisipo surpreenderam agradavelmente a assistência...” Barcelos Popular (25.06.1998)



“Se existisse uma Liga de Campeões Europeus de ensembles vocais, ela estaria a realizar-se agora no Festival “A Cappella” em Leipzig. E se pudéssemos atribuir o título de campeão a um dos grupos, o Grupo Vocal Olisipo de Portugal estaria em óptima posição para o conquistar. “ Leipziger Volkszeitung (21.11.1997)



“… foi precedido pela estreia absoluta do Stabat Mater de Eurico Carrapatoso, encomendado para esta ocasião, com a Orchestrutopica e o Grupo Vocal Olisipo, sob a direcção de Cesário Costa. (…) Terá havido estranheza e comoção? Visceral mobilização? Houve, decerto, beleza a rodos (…) Não houve nada de negativo a apontar à realização sonora do Stabat Mater de Carrapatoso: os músicos da Orchestrutopica estiveram ao melhor nível com o Grupo Vocal Olisipo, e o barítono Armando Possante foi um solista excelente. A coesão do conjunto, a justa percepção dos detalhes da textura e da orquestração, deve-se ao cuidado posto nesta obra pelo maestro Cesário Costa, ajudado por um compositor que faz gala em escrever clara e detalhadamente (...) O resultado é lindo.” 
Manuel Pedro Ferreira - Público (Março 2008)






"Música para a música e para Deus
COM DUAS palavras apenas - "Kyrie eleison" ("Senhor, tende piedade") - começou a grande música europeia. Com duas palavras apenas - "Kyrie eleison" - se fez melhor música portuguesa de sempre, nos séculos XV, XVI e XVII, em lugares agora insuspeitos como, por exemplo, a Sé de Évora. Com "Kyrie eleison" começou a "Missa ab initio ante saecula creata sum", de Manuel Cardoso (c. 1566-1650), a magnífica peça que fechou o concerto de Natal 2003, realizado dia 20 de Dezembro, na Igreja Matriz, com o Grupo Vocal Olisipo a fazer jus ao prestígio. A polifonia da Renascença é uma música curiosa: são textos sagrados cantados "a capella" por senhoras de saia preta e senhores de calça vincada, mas é sobretudo um espectáculo da música a divertir-se com ela própria. Música para Deus, mas música para a música, ornamentada, conspícua, lúdica. Quando chegou no seu cavalo preto, a Contra-Reforma tentou disciplinar a sensualidade pouco sagrada da música sagrada do seu tempo, mas perdeu a batalha. Graças a Deus. Porque se tivesse ganho talvez não sorrissem como sorriam Elsa Cortez (soprano), Maria Luísa Tavares (soprano), Lucinda Gerhardt (contralto), Diogo Cerdeira (tenor), Armando Possante (barítono e direcção) e Carlos Pedro Santos (baixo). Sorriam porque havia o Céu no Céu e o Céu cá em baixo, no baile das suas gargantas. Além da missa de Cardoso, o Grupo Vocal Olisipo interpretou dois vilancicos de Natal de Pedro Rimonte (um banquete harmónico) e quatro responsórios de Natal de Estêvão Lopes Morago (as peças mais solenes). O Concerto de Natal foi uma organização da Associação Arte das Musas e da Diocese de Beja (Departamento do Património Histórico e Artístico), no âmbito do I Festival Terras Sem Sombra. A Câmara Municipal de Sines, uma das entidades que apoia o festival - cujo mecenas é a Administração do Porto de Sines -, foi co-organizadora."
Sines 12/2003

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